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Mais de 20 mil pessoas caíram na dança com Ivete no Brasília Indoor

O futebol tem presença forte na vida de Ivete Sangalo. Torcedora do Vitória, com música, Sorte grande (Poeira), cantada como louvação pela torcida do Flamengo, a cantora participou da abertura da Copa América, no início deste mês em La Plata, na Argentina, interpretando com o portenho Diego Torres a canção Creo em America. No dia 30, ela fará show na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, durante o sorteio das chaves para a Copa do Mundo de 2014. 

Na noite de sábado, antes da apresentação apoteótica, na arena instalada ao lado do Estádio Mané Garrincha, falando ao Correio, no camarim, Ivete se solidarizou com a cidade, na disputa esportiva que envolve o interesse de outras unidades da Federação. Objetiva e enfática, disse: “Como capital federal, Brasília tem direito e condições de ser a sede da abertura da Copa do Mundo”.
Às 23h, quando a maior estrela da música brasileira surgiu em cima do trio elétrico, abrindo a segunda noite da Brasília Indoor, foi recebida em delírio por mais de 20 mil pessoas, que aguardavam com ansiedade o início da festa. Usando modelo verde, colado no corpo, que lhe permitia exibir as coxas bem torneadas, botou pressão em cima dos fãs com o hit Aceleraê (Noite do bem), e se juntou a eles numa frenética celebração.

Como em outras micaretas, no show na Brasília Indoor, Ivete fez uma espécie de retrospectiva da carreira, iniciada como vocalista da Banda Eva, em 1993. O repertório é diferente do megaespetáculo da turnê Ao vivo no Madison Square Garden (CD e DVD gravados em Nova York, em 4 de setembro de 2010), que ela pretende trazer à capital ainda neste ano). De Alô paixão, um dos primeiros sucessos a Cadê Dalila? (campeã do carnaval de Salvador há dois anos), passando por Pererê, muita coisa foi revisada.
Não faltou o momento “boate”, com o medley que inclui Festa, Sorte grande, Não quero dinheiro (Tim Maia) e Dancing days (Frenéticas); e o set de pagode baiano com a participação de Ana Cristina, ex- integrante do grupo vocal As Meninas, que está se lançando em carreira solo. Mas foi com Na base do beijo que o clima de carnaval de Salvador se instaurou no Eixo Monumental.

Baderneiros
Durante o show, Ivete deu reiteradas demonstrações de afeto pelos brasilienses, saudando-os com palavras carinhosas; mas foi enérgica e contundente quando em determinado momento da apresentação viu um grupo de baderneiros tentando tumultuar o evento. Chegou a chamá-los de “covardes” por tentar agredir a quem estava ali para se divertir — na verdade, a maioria. “Não é por acaso que Ivete tem um conceito tão bom com os fãs. Ela manda bem, sempre”, comentou o servidor público Marcelo Macedo de Azevedo.

Foi rápida a transição entre a saída de Ivete de cena e a entrada do Asa de Águia, liderada pelo guitarrista e vocalista Durval Lelys, que, de cara, passou a ter o público do seu lado, ao soltar a voz na irreverente Vale night, emendando com Quebraê, sucessos indiscutíveis da banda. Com isso, ajudou a espantar o frio do começo da madrugada de domingo.

Sempre dispostos a manter a mostrar que o “Asa arreia”, Durval e seus companheiros foram responsáveis pela mais longa apresentação no carnaval fora de época de Brasília. Durante duas horas e meia, eles deram quatro voltas pelo circuito da arena, onde na parte central, numa torre tecnológica, eram projetadas em telões imagens dos artistas e dos foliões.

Novo cidadão honorário de Brasília, Durval deu de presente a seus seguidores na cidade a primeira audição de Deixe o amor flutuar, música inédita, que só nesta semana entra na programação das rádios. Mas não faltaram no roteiro do show antigos sucessos como Qual é?, Bota pra ferver e a lambada Porto Seguro. “Em setembro, pretendo voltar aqui para fazer um lual, com Saulinho (vocalista da Banda Eva), na Casa Cor”, anunciou quase ao fim do show.

Generoso, Durval chamou Márcio Victor de gênio da música, ao anunciar a entrada da última atração. O vocalista e compositor não se fez de rogado. Estiloso (usava um elegante casaco preto, boné e óculos escuros) botou todo mundo pra dançar no embalo do Psirico. No caldeirão sonoro do grupo, em que a percussão marcante é um dos principais temperos, tudo vira suingueira: seja o clássico da bossa nova Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), o hino Pais e filhos (Renato Russo), ou pagodes baianos com letra de duplo sentido como Toda boa, Escovadinha e Mulher maravilha. Passava das cinco horas quando o Psirico fechou a programação do Brasília Indoor — com os foliões já exauridos de tanto tirar o pé do chão.

“Sou axezeira desde o começo da adolescência. Sou superfã de Durval (Lelys) e para mim Ivete (Sangalo) é tudo. Estou feliz de poder estar aqui para vê-los e ouvi-los” Layla Monnise, bancária

Postado por: @lovalverde

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